
(Desconfiada)
- Que silêncio! Taz onde você está?
(Aterrorizada)
- Ai meu Deus! Como você subiu aí menino?
- Non, non!
(Cautelosa)
- Essa mesa longa é pra caber a família toda, não pra marchar sobre ela. Fica quietinho que vou te pegar.
- Non, non!
(Agoniada)
- Paradinho. Mais um passo e seus 80 cm de travessuras esborracham no chão.
- Non, non!
(Trapaceira)
- Vamos brincar de quebrar as teclas do computador?
- Non, non!
(Falsa)
- A mamãe não tá zangada com o vexame de ontem. Só porque você apontou com seu dedinho pro copinho de café que ela tinha acabado deixar disfarçadamente na prateleira do macarrão e gritou: Mamaiê, mamaiê!!
- Non, non!
(Negociadora)
- É verdade e se você quiser pode ficar todas as noites acordado até às duas da madrugada assistindo Peppa Pig.
(Triunfante)
- Te peguei pestinha!
- Não me olhe assim. Deve aprender a não acreditar em tudo que as mulheres falam.
- Non, non.
- E tem mais, será um segredo só nosso. O papai não pode saber dessa aventura.
- Non, non!
- Já começou com a solidariedade masculina?